Em roda de conversa gratuita, professores debatem militarização das escolas

O debate 'Escola mais segura é escola militarizada?' acontece neste sábado, em São Paulo, às 15h

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A Rede Escola Pública e Universidade (REPU), formada por um grupo de professores e pesquisadores de diferentes universidades públicas do estado de São Paulo (Unicamp, UFSCar, UFABC, USP, Unifesp e IFSP) realiza neste sábado 14 uma roda de conversa gratuita com o tema: “Escola mais segura é escola militarizada?”

 

Estão convidados para o debate o professor de Psicologia da USP, José Leon Crochick; o professor de Educação da Unifesp, João Luiz Carreira; Lilian S. de Carvalho; e um professor da rede estadual de Araraquara, Douglas Oliveira.

Os participantes vão propor reflexões sobre uma das principais apostas do governo Bolsonaro para a educação, a militarização das escolas públicas. No início do mês, o governo anunciou o Plano Nacional das Escolas Cívico-Militares, que pretende implementar o modelo a 216 escolas até 2023, sendo 54 por ano.

No anúncio, também foi colocada a possibilidade de adesão por parte de Estados e municípios a um projeto-piloto já no primeiro semestre de 2020. Os entes federados podem indicar, até o dia 27 de setembro, duas escolas, que precisam ter de 500 a mil alunos, do 6º ao 9º ano do fundamental ou do ensino médio. O MEC falou em um investimento de 54 milhões por ano no programa, o que dá cerca de 1 milhão investido por escola, segundo informou a pasta.

O debate sobre a militarização das escolas acontece na Casa do Professor, Rua Bento Freitas, 72, República, em São Paulo, a partir das 15h. O evento é gratuito e não requer inscrição.

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Repórter do site CartaEducação

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