Economia

Senado aprova programa de incentivo a servidores do INSS para reduzir filas

A MP aumenta a capacidade operacional da perícia médica da Previdência Social por meio de pagamentos extraordinários

Senado aprova programa de incentivo a servidores do INSS para reduzir filas
Senado aprova programa de incentivo a servidores do INSS para reduzir filas
INSS. Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
Apoie Siga-nos no

O plenário do Senado aprovou nesta terça-feira 12 a medida provisória que criou o Programa de Gerenciamento de Benefícios, o PGBpara o INSS. O texto, que já passou pela Câmara dos Deputados, aumenta a capacidade operacional da perícia médica da Previdência Social por meio de pagamentos extraordinários a servidores que trabalham com a revisão de benefícios.

Segundo o governo Lula (PT), o objetivo é reduzir a fila do INSS e evitar pagamentos indevidos. A redação aprovada pelo Congresso Nacional teve mudanças e vai à sanção do presidente.

Além dos casos regulares de revisão e reavaliação de benefícios previstos em lei, o programa terá como alvo a revisão de processos e serviços administrativos em análise há mais de 45 dias ou com prazo judicial expirado, assim como as avaliações sociais para acesso ao Benefício de Prestação Continuada, o BPC.

O texto aprovado prevê pagamentos extraordinários a profissionais: 68 reais para o INSS e 75 reais para a Perícia Médica Federal. Todos os servidores deverão cumprir uma meta específica de desempenho no atendimento da demanda ordinária do INSS e do Ministério da Previdência Social como requisito para participar do PGB e receber a remuneração extra. O programa terá duração de 12 meses, prorrogável uma única vez, sem ultrapassar 31 de dezembro de 2026.

(Com informações da Agência Senado)

ENTENDA MAIS SOBRE: , , , , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

Apoie o jornalismo que chama as coisas pelo nome

Depois de anos bicudos, voltamos a um Brasil minimamente normal. Este novo normal, contudo, segue repleto de incertezas. A ameaça bolsonarista persiste e os apetites do mercado e do Congresso continuam a pressionar o governo. Lá fora, o avanço global da extrema-direita e a brutalidade em Gaza e na Ucrânia arriscam implodir os frágeis alicerces da governança mundial.

CartaCapital não tem o apoio de bancos e fundações. Sobrevive, unicamente, da venda de anúncios e projetos e das contribuições de seus leitores. E seu apoio, leitor, é cada vez mais fundamental.

Não deixe a Carta parar. Se você valoriza o bom jornalismo, nos ajude a seguir lutando. Assine a edição semanal da revista ou contribua com o quanto puder.

Leia também

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo