Economia

Se não fosse a renegociação da dívida de São Paulo, Tarcísio não terminaria o mandato, diz Haddad

O candidato do PT ao Palácio dos Bandeirantes criticou a gestão fiscal do governador

Se não fosse a renegociação da dívida de São Paulo, Tarcísio não terminaria o mandato, diz Haddad
Se não fosse a renegociação da dívida de São Paulo, Tarcísio não terminaria o mandato, diz Haddad
O candidato do PT ao governo de São Paulo, Fernando Haddad, em 20 de outubro de 2025. Foto: Evaristo Sá/AFP
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O candidato ao governo de São Paulo Fernando Haddad (PT) criticou o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), seu principal adversário na disputa pelo Palácio dos Bandeirantes, pela gestão das contas do estado.

Durante agenda em Sertãozinho, no interior paulista, Haddad afirmou considerar a situação das contas públicas de São Paulo. “Se não fosse a renegociação da dívida, o Tarcísio não terminava o mandato”, disse o ex-ministro da Fazenda.

Em dezembro de 2025, a Assembleia Legislativa de São Paulo autorizou o governo Tarcísio a aderir ao Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag), criado para possibilitar a renegociação das dívidas dos estados com a União. São Paulo tinha um débito de cerca de 300 bilhões de reais.

Já no início de 2026, o Supremo Tribunal Federal validou a eficácia do novo contrato de refinanciamento da dívida paulista. Segundo a gestão Tarcísio, a medida representa uma economia direta de 1 bilhão de reais por mês aos cofres do estado.

“Mesmo com 12 bilhões de reais do governo federal em abatimento do serviço da dívida e 13 bilhões de reais da privatização da Sabesp, o caixa livre do estado, do (João) Doria para cá, caiu de 20 bilhões para 5 bilhões de reais”, criticou Haddad nesta quinta.

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