Economia

Relator diz que reforma tributária garante imposto abaixo de 26,5%

A proposta de regulamentação, aprovada pelo Congresso Nacional, aguarda a sanção do presidente Lula (PT)

Relator diz que reforma tributária garante imposto abaixo de 26,5%
Relator diz que reforma tributária garante imposto abaixo de 26,5%
O deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) foi o relator do marco legal dos seguros na Câmara. Foto: Mário Agra/Câmara dos Deputados
Apoie Siga-nos no

Relator do principal projeto de regulamentação da reforma tributária na Câmara, o deputado federal Reginaldo Lopes (PT-MG) afirmou nesta quinta-feira 19 que o texto aprovado pelo Congresso Nacional garante a alíquota-padrão abaixo dos 26,5% nos impostos sobre o consumo.

“O que nós garantimos para a sociedade é que não teremos uma alíquota superior a 26,5%. Sou mais otimista, porque o nosso modelo agora é dinâmico e vivo”, defendeu o parlamentar em entrevista à GloboNews. “A cada cinco anos, o governo tem que revisitar e avaliar, juntamente com o Congresso, os impactos sociais e econômicos. Se ultrapassar, tem que fazer um corte“.

A PEC da reforma foi promulgada pelo Congresso no ano passado. Mas, ao longo de 2024, os parlamentares se debruçaram sobre a regulamentação da proposta. O primeiro texto que trata do tema aguarda a sanção do presidente Lula (PT).

Segundo Reginaldo, a alíquota-padrão é mais benéfica aos brasileiros. O deputado ainda projeta que, com melhorias produzidas pela reforma, a exemplo do cashback (mecanismo em que parte do dinheiro é devolvido ao consumidor), haverá uma maior redução da carga tributária no longo prazo.

“Estou muito otimista que, depois de cinco anos, o Brasil vai ter uma carga tributária sobre o consumo que não vai ultrapassar os 25% como alíquota de referência, alíquota-padrão”, observou o relator.

ENTENDA MAIS SOBRE: , , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

Apoie o jornalismo que chama as coisas pelo nome

Depois de anos bicudos, voltamos a um Brasil minimamente normal. Este novo normal, contudo, segue repleto de incertezas. A ameaça bolsonarista persiste e os apetites do mercado e do Congresso continuam a pressionar o governo. Lá fora, o avanço global da extrema-direita e a brutalidade em Gaza e na Ucrânia arriscam implodir os frágeis alicerces da governança mundial.

CartaCapital não tem o apoio de bancos e fundações. Sobrevive, unicamente, da venda de anúncios e projetos e das contribuições de seus leitores. E seu apoio, leitor, é cada vez mais fundamental.

Não deixe a Carta parar. Se você valoriza o bom jornalismo, nos ajude a seguir lutando. Assine a edição semanal da revista ou contribua com o quanto puder.

Leia também

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo