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Quem vai às compras? O setor de tecnologia é o mais cobiçado nas fusões

Há ainda um interesse em especial por empresas ’em situação vulnerável, porém com ativos e marcas valiosos, nos setores de varejo, entretenimento e saúde’

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O mercado de fusões e aquisições de empresas deve repetir, em 2022, o bom desempenho do ano passado. Os fundos de investimento privados e as empresas com propósitos específicos para M&A (Mergers and Acquisitions) acumularam 2,4 trilhões de dólares, ou quase dois Brasis (PIB 1,445 trilhão de dólares), que estarão disponíveis para investimentos nos próximos meses. A projeção é do consultor Rodrigo Maluf Menegazzo, sócio para estratégias e transações da EY. Para o executivo, a liquidez do mercado ocasionada em resposta à pandemia impulsionou a atividade de M&A para níveis inéditos e as oportunidades de negócios em fusões e aquisições devem ser avaliadas constantemente. O setor de Tecnologia da Informação deve seguir na liderança das operações, além de segmentos mais impactados pela crise sanitária. Há um interesse em especial por empresas “em situação vulnerável, porém com ativos e marcas valiosos, nos setores de varejo, entretenimento e saúde, áreas que devem se beneficiar com a reabertura da economia”, avalia. No Brasil, diz, o cenário é de otimismo cauteloso diante do ambiente mais conturbado por causa da situação política. Com isso, os investidores podem postergar suas decisões para depois das eleições.

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