Economia
PF ouve investigados sobre compra do Banco Master pelo BRB
Com os depoimentos, a PF poderá concluir as investigações, prorrogadas por determinação de Dias Toffoli
A Polícia Federal inicia nesta segunda-feira 26 a coleta dos depoimentos de oito investigados no processo sobre irregularidades na compra do Banco Master pelo Banco de Brasília, que tramita no Supremo Tribunal Federal sob a relatoria do ministro Dias Toffoli.
Os interrogatórios começaram às 8h10 e se estenderão até terça-feira 27, por videoconferência e presencialmente na sede do STF.
Com os depoimentos, a PF poderá concluir as investigações, que foram prorrogadas por mais 60 dias no dia 16 de janeiro por determinação de Toffoli. O relatório da PF servirá para que a Procuradoria-Geral da República emita um parecer que será apreciado posteriormente pelo relator.
Quem será ouvido:
26/01
- Dário Oswaldo Garcia Junior, diretor de Finanças e Controladoria do Banco de Brasília;
- André Felipe de Oliveira Seixas Maia, empresário;
- Henrique Souza e Silva Peretto, empresário;
- Alberto Felix de Oliveira, superintendente-executivo de Tesouraria do Banco Master.
27/01
- Robério Cesar Bonfim Mangueira, superintendente de Operações Financeiras do Banco de Brasília;
- Luiz Antonio Bull, diretor de Riscos, Compliance, RH e Tecnologia do Banco Master;
- Angelo Antonio Ribeiro da Silva, sócio do Banco Master;
- Augusto Ferreira Lima, ex-sócio do Master.
Apoie o jornalismo que chama as coisas pelo nome
Depois de anos bicudos, voltamos a um Brasil minimamente normal. Este novo normal, contudo, segue repleto de incertezas. A ameaça bolsonarista persiste e os apetites do mercado e do Congresso continuam a pressionar o governo. Lá fora, o avanço global da extrema-direita e a brutalidade em Gaza e na Ucrânia arriscam implodir os frágeis alicerces da governança mundial.
CartaCapital não tem o apoio de bancos e fundações. Sobrevive, unicamente, da venda de anúncios e projetos e das contribuições de seus leitores. E seu apoio, leitor, é cada vez mais fundamental.
Não deixe a Carta parar. Se você valoriza o bom jornalismo, nos ajude a seguir lutando. Assine a edição semanal da revista ou contribua com o quanto puder.



