Economia

Novo ministro de Minas e Energia diz que priorizará a privatização da Petrobras

Adolfo Sachsida substitui Bento Albuquerque no cargo

Novo ministro de Minas e Energia diz que priorizará a privatização da Petrobras
Novo ministro de Minas e Energia diz que priorizará a privatização da Petrobras
O novo ministro de Minas e Energia, Adolfo Sachsida. Foto: Edu Andrade/Ascom/ME
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Em seu primeiro discurso como ministro de Minas e Energia, Adolfo Sachsida declarou que priorizará a privatização da Petrobras em seu primeiro ato na gestão. O pronunciamento ocorreu nesta quarta-feira 11.

Sachsida disse que pedirá a Paulo Guedes para que leve ao Conselho do Programa de Parcerias e Investimentos a inclusão da empresa que administra o pré-sal brasileiro, a PPSA, no Programa Nacional de Desestatização.

Na sequência, afirmou que solicitará o início de estudos para avaliar os mecanismos legislativos necessários para privatizar a Petrobras.

“Meu primeiro ato como ministro de Minas e Energia é solicitar ao ministro Paulo Guedes, presidente do Conselho do PPI, que leve ao Conselho a inclusão da PPSA no PND, para avaliar as alternativas para a sua desestatização. Ainda como parte do meu primeiro ato, solicito também o início dos estudos tendentes à proposição das alterações legislativas necessárias à desestatização da Petrobras”, declarou.

No mesmo discurso, Sachsida classificou como “fundamental” a capitalização da Eletrobras, empresa pública de geração de energia. A venda da companhia está sob análise no Tribunal de Contas da União.

O novo ministro disse que os seus atos estão em consonância com o presidente Jair Bolsonaro (PL).

A nomeação de Sachsida ocorre em substituição a Bento Albuquerque. Trata-se de uma continuação da dança das cadeiras no setor: recentemente, o general Joaquim Silva e Luna foi demitido da presidência da Petrobras, e José Mauro Coelho entrou em seu lugar.

Em seu discurso, Sachsida evitou mencionar qual será a sua política para os preços dos combustíveis. Mauro Coelho tem dito que, como presidente da Petrobras, manterá o alinhamento dos preços internos com o mercado internacional.

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