Economia

Inflação na Argentina acelera para 2,3% em outubro e chega a 31% em 12 meses

Nos primeiros dez meses deste ano, a alta foi de 24,8%, informou o Indec

Inflação na Argentina acelera para 2,3% em outubro e chega a 31% em 12 meses
Inflação na Argentina acelera para 2,3% em outubro e chega a 31% em 12 meses
Javier Milei discursa após a vitória do partido A Liberdade Avança nas legislativas da Argentina. Foto: Luis ROBAYO / AFP
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A inflação na Argentina acelerou e subiu 2,3% em outubro, após uma alta de 2,1% em setembro, informou nesta quarta-feira 12 o Instituto Nacional de Estatística e Censos, o Indec.

No acumulado de 12 meses, o índice cresceu 31,3%, enquanto de janeiro a outubro deste ano a elevação foi de 24,8%.

Puxaram o aumento no mês passado os grupos de transporte (3,5%), moradia, água, eletricidade e gás (2,8%), bens e serviços (2,4%), vestuário e calçados (2,4%), e bebidas alcoólicas e tabaco (2,4%).

Os dois grupos que registraram a menor variação foram os de equipamento e manutenção do lar (1,6%), e lazer e cultura (1,6%).

Enquanto tenta segurar a inflação, o governo de Javier Milei apresentou o memorando inicial para integrar a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, a OCDE.

Conforme as diretrizes para o processo de adesão, adotadas pelos 38 países-membros, começará um diálogo com 25 comitês de especialistas que abrangem uma ampla gama de áreas de políticas públicas.

O secretário-geral da OCDE, Mathias Cormann, afirmou que o processo de entrada “reforçará a confiança internacional nas orientações políticas da Argentina, apoiará um crescimento mais forte e sustentável, além de um aumento da renda e do nível de vida, ao mesmo tempo que reforçará a cooperação da OCDE com uma grande economia do G20”.

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