Economia

Inflação dos EUA volta a subir em julho e chega a 3,2%

O Banco Central americano anunciou que vai acompanhar de perto a evolução dos preços para definir sua política monetária

Inflação dos EUA volta a subir em julho e chega a 3,2%
Inflação dos EUA volta a subir em julho e chega a 3,2%
O prédio do Federal Reserve, em Washington. Foto: AFP
Apoie Siga-nos no

A inflação voltou a subir nos Estados Unidos em julho, pela primeira vez em mais de um ano, mas permaneceu estável na análise mensal, conforme o Índice de Preços ao Consumidor divulgado pelo Departamento do Trabalho nesta quinta-feira 10.

A inflação de julho ficou em 3,2% no ritmo anual, contra 3% no mês anterior. Os analistas esperavam um crescimento ligeiramente superior, de 3,3%, segundo o consenso do Market Watch.

Durante um mês, a inflação ficou estável, em 0,2%, como se esperava.

O Federal Reserve, o Banco Central americano, elevou rapidamente a taxa de referência do crédito desde o início do ano passado para aliviar a demanda e controlar a inflação.

Em julho, as taxas atingiram o nível mais elevado desde 2001. 

O Fed anunciou que vai acompanhar de perto a evolução da inflação para definir sua política em relação às taxas, buscando um equilíbrio entre o controle dos preços e o objetivo de evitar uma recessão.

A moradia foi o principal fator a contribuir com o aumento dos preços em julho, respondendo por mais de 90% do total, seguida pelo seguro de veículos.

Sem considerar os segmentos voláteis de alimentos e energia, o IPC “básico” subiu 4,7% em relação ao ano anterior.

ENTENDA MAIS SOBRE: , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

2026 já começou

Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.

A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.

Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.

Assine ou contribua com o quanto puder.

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo