Economia

Governo reduz estimativa de geração de emprego para 2013

Segundo o ministro do Trabalho, não há garantias de que o país poderá se manter longe da crise de emprego que afeta a Europa

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Por Carolina Sarres

O ministro do Trabalho, Manoel Dias, reduziu a meta para a geração de empregos formais em 2013. No início do ano, a previsão do governo era que o saldo chegaria a 1,7 milhão. No último mês, Dias voltou atrás na previsão e, nesta terça-feira 23, confirmou a redução para 1,4 milhão. O ministro explicou, na divulgação de dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), que a conjuntura do mercado de trabalho e da economia não permitem que se façam as mesmas previsões feitas anteriormente.

“As causas que vão determinar [a criação de empregos] eu não posso prever. O Brasil ainda na entrou na crise de emprego que atinge outros países. Mas quem disse que vamos ficar permanentemente nesta situação? Apesar disso, acho que vamos nos manter devido às políticas públicas”, informou Dias.

O ministro aposta em investimentos, especialmente em grandes obras – como portos, aeroportos e obras de mobilidade urbana -, para manter a geração de postos de trabalho até o final do ano. Segundo ele, esses investimentos – dos setores público e privado – permitem que o governo tenha uma visão positiva.

“De janeiro de 2011 a junho de 2014 [período do governo Dilma Rousseff], foram criados 4 milhões empregos. O resultado é espetacular, considerando a conjuntura mundial, em que há desemprego em todos os países”, disse o ministro, que voltou recentemente de Moscou, na Rússia, em que os ministros do Trabalho do G20 se reuniram para discutir o tema e adotar medidas em âmbito mundial.

Reportagem publicada originalmente na Agência Brasil

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