Economia
GM e sindicato não chegam a acordo
Só ficou acertado que nem a empresa nem o sindicato tomarão qualquer medida até a nova reunião
Daniel Mello
Repórter da Agência Brasil
São Paulo – Após três horas de reunião mediada pelo Ministério do Trabalho, a General Motors (GM) e o Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos não chegaram a um acordo sobre o futuro da fábrica da GM no município.
A montadora vem, gradualmente, transferindo a sua produção local para unidades localizadas em outras regiões do país. O sindicato diz que o processo poderá causar a demissão de até 1,5 mil trabalhadores.
A GM informou, por meio de sua assessoria, que a partir desta quarta-feira 25 a fábrica de São José, que era responsável pela montagem de quatro modelos, passou a produzir apenas o Classic. Com a diminuição da produção, a empresa admite um excedente de mão de obra, mas não precisou quantos trabalhadores poderiam ser dispensados.
Ainda de acordo com a GM, ficou acertado que nem a empresa, nem o sindicato, tomarão qualquer medida até a nova reunião, marcada para o dia 4 de agosto.
*Matéria originalmente publicada na Agência Brasil
Daniel Mello
Repórter da Agência Brasil
São Paulo – Após três horas de reunião mediada pelo Ministério do Trabalho, a General Motors (GM) e o Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos não chegaram a um acordo sobre o futuro da fábrica da GM no município.
A montadora vem, gradualmente, transferindo a sua produção local para unidades localizadas em outras regiões do país. O sindicato diz que o processo poderá causar a demissão de até 1,5 mil trabalhadores.
A GM informou, por meio de sua assessoria, que a partir desta quarta-feira 25 a fábrica de São José, que era responsável pela montagem de quatro modelos, passou a produzir apenas o Classic. Com a diminuição da produção, a empresa admite um excedente de mão de obra, mas não precisou quantos trabalhadores poderiam ser dispensados.
Ainda de acordo com a GM, ficou acertado que nem a empresa, nem o sindicato, tomarão qualquer medida até a nova reunião, marcada para o dia 4 de agosto.
*Matéria originalmente publicada na Agência Brasil
2026 já começou
Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.
A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.
Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.
Assine ou contribua com o quanto puder.



