Economia

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Estado e investimento

O debate precisa escapar das soluções superficiais contidas na oposição binária entre público e privado

Vácuo. De 2012 a 2019, a participação do BNDES no financiamento da infraestrutura caiu de 96% para 40% – Imagem: iStockphoto
Vácuo. De 2012 a 2019, a participação do BNDES no financiamento da infraestrutura caiu de 96% para 40% – Imagem: iStockphoto
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Mais de uma década de dificuldades após a crise de 2008, a retração produzida pela pandemia empurrou as principais economias do mundo a anunciar políticas mais diretas de ampliação do poder aquisitivo e da demanda agregada via estímulo fiscal. O programa trilionário do governo Biden contempla a construção de 2 milhões de casas, internet banda larga para a população rural, saneamento em creches, escolas públicas e faculdades comunitárias, hospitais para veteranos de guerra, estradas, rodovias, pontes, calçadas e ciclovias. Também prevê financiamento para o transporte público, incentivo aos veículos elétricos com 500 mil postos de carregamento e substituição de 20% da frota de ônibus escolares, terminais de ­aeroportos e sistemas de balsas fluviais.

A Europa anunciou o Next ­Generation EU com 1,824 trilhão de euros para acelerar a recuperação e ampliar a resiliência dos sistemas produtivos. Mais de 30% dos recursos estão associados à agenda ambiental e climática e outros 20% à transição digital. Nas últimas décadas, a China galgou a posição de segunda maior economia do mundo e tem apresentado taxas de crescimento mais altas e resilientes, comparativamente à média mundial, beneficiando-se também de um colossal programa de investimento público.

Gabriel Galípolo

Gabriel Galípolo

Luiz Gonzaga Belluzzo

Luiz Gonzaga Belluzzo
Economista e professor, consultor editorial de CartaCapital.

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