Economia
Contra demissões, funcionários da GM param produção
Cerca de 7.200 metalúrgicos decidiram cruzar os braços em protesto contra as possíveis duas mil demissões
Fernanda Cruz
Repórter Agência Brasil
São Paulo – As oito fábricas da General Motors (GM) em São José dos Campos (SP) permaneceram paradas na manhã desta quinta-feira 2. Os cerca de 7.200 metalúrgicos decidiram cruzar os braços em protesto contra a possibilidade de haver duas mil demissões.
A GM acatou solicitação do sindicato para concessão de licença remunerada de um dia para todos os funcionários do Complexo Industrial. Segundo o sindicato, os empregados devem voltar ao trabalho amanhã.
Mais cedo, por volta das 6h30, cerca de 2 mil trabalhadores, segundo o Sindicato, ocuparam a Rodovia Presidente Dutra, que liga São Paulo e Rio de Janeiro. A rodovia ficou fechada por cerca de 30 minutos. Faixas e pneus queimados foram usados para impedir o trânsito.
Às 18 horas de hoje, os representantes do Sindicato dos Metalúrgicos vão se reunir com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin. Eles discutirão formas de evitar demissões. A General Motors não participará dessa reunião.
A notícia de dispensa de trabalhadores teve início no mês passado, quando uma das oito fábricas em São José dos Campos passou a produzir apenas o modelo Classic.
Três outros carros deixaram de ser fabricados e, com a redução de produtos, a GM admitiu a existência de excedente de mão de obra, mas não precisou quantos trabalhadores poderiam ser dispensados.
*Matéria originalmente publicado na Agência Brasil
Fernanda Cruz
Repórter Agência Brasil
São Paulo – As oito fábricas da General Motors (GM) em São José dos Campos (SP) permaneceram paradas na manhã desta quinta-feira 2. Os cerca de 7.200 metalúrgicos decidiram cruzar os braços em protesto contra a possibilidade de haver duas mil demissões.
A GM acatou solicitação do sindicato para concessão de licença remunerada de um dia para todos os funcionários do Complexo Industrial. Segundo o sindicato, os empregados devem voltar ao trabalho amanhã.
Mais cedo, por volta das 6h30, cerca de 2 mil trabalhadores, segundo o Sindicato, ocuparam a Rodovia Presidente Dutra, que liga São Paulo e Rio de Janeiro. A rodovia ficou fechada por cerca de 30 minutos. Faixas e pneus queimados foram usados para impedir o trânsito.
Às 18 horas de hoje, os representantes do Sindicato dos Metalúrgicos vão se reunir com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin. Eles discutirão formas de evitar demissões. A General Motors não participará dessa reunião.
A notícia de dispensa de trabalhadores teve início no mês passado, quando uma das oito fábricas em São José dos Campos passou a produzir apenas o modelo Classic.
Três outros carros deixaram de ser fabricados e, com a redução de produtos, a GM admitiu a existência de excedente de mão de obra, mas não precisou quantos trabalhadores poderiam ser dispensados.
*Matéria originalmente publicado na Agência Brasil
Apoie o jornalismo que chama as coisas pelo nome
Depois de anos bicudos, voltamos a um Brasil minimamente normal. Este novo normal, contudo, segue repleto de incertezas. A ameaça bolsonarista persiste e os apetites do mercado e do Congresso continuam a pressionar o governo. Lá fora, o avanço global da extrema-direita e a brutalidade em Gaza e na Ucrânia arriscam implodir os frágeis alicerces da governança mundial.
CartaCapital não tem o apoio de bancos e fundações. Sobrevive, unicamente, da venda de anúncios e projetos e das contribuições de seus leitores. E seu apoio, leitor, é cada vez mais fundamental.
Não deixe a Carta parar. Se você valoriza o bom jornalismo, nos ajude a seguir lutando. Assine a edição semanal da revista ou contribua com o quanto puder.



