Economia
Canetas genéricas
A EMS, líder do mercado farmacêutico no Brasil, recebeu autorização da Anvisa para comercializar uma versão genérica de semaglutida
A EMS, líder do mercado farmacêutico no Brasil, recebeu autorização da Anvisa para comercializar uma versão genérica de semaglutida. A nova caneta emagrecedora será vendida com uma formulação de semaglutida sintética. Produzida em laboratório por síntese química, ela reproduz a molécula e a ação terapêutica da substância usada no tratamento do diabetes tipo 2 e da obesidade, sem ser extraída de fonte biológica.

Pinta lá em casa – As vendas de tintas imobiliárias no Brasil cresceram 8,9% no primeiro semestre, segundo a associação brasileira dos fabricantes. Foram comercializados 728,5 milhões de litros. O Nordeste liderou a expansão, com alta de 11,7%, seguido pelo Sudeste, com 11,3%. Norte e Centro-Oeste também avançaram, enquanto o Sul registrou leve queda de 0,3%. As tintas standard voltaram a superar as premium em vendas, o que pode indicar um movimento de compra pela classe C interessada em pequenas manutenções.
De recuperação
A Casas Bahia busca um plano B para superar sua crise. A empresa pediu recuperação judicial, fechou lojas e demitiu milhares de trabalhadores. A dívida supera 17 bilhões de reais. Apenas no segundo trimestre deste ano, o prejuízo chegou a 10 bilhões de reais. As razões da queda de uma das gigantes do varejo? Há anos a empresa busca uma operação digital eficiente para enfrentar os marketplaces. Não conseguiu. Somem-se a isso as restrições de crédito, os custos da operação física e a dificuldade em conseguir empréstimos.
Efeito colateral
O efeito colateral da situação da Casas Bahia, incrementado pelo pedido de recuperação judicial da Marabraz e as crises da Tok&Stok e da Mobly, é preocupante. Essas empresas são muito importantes na venda de eletrodomésticos, eletrônicos, móveis e outras categorias. Marcas com muita exposição, devido ao volume de negócios, podem enfrentar problemas e riscos de crédito. Os próximos meses vão determinar o tamanho do impacto real do problema que atinge o varejo e leva junto os fabricantes.

Imagem: Redes Sociais
Futuro brilhante
A China recorre à IA para iluminar plantas
Imagem: iStockphoto
Que a China avança a cada dia em tecnologias diferenciadas todos sabem. Mas agora o país, definitivamente, está plantando para o futuro. Uma estufa de 7 mil metros quadrados será inaugurada em Pequim para produzir plantas ornamentais que brilham no escuro. O espaço, no Parque Dongsheng Bajia, também está sendo preparado para receber visitantes e turistas. A tecnologia da Magicpen Biotechnology usa IA para aprimorar o desenho genético e o metabolismo das plantas, hoje disponíveis em mais de dez variedades, como petúnias, tabaco e álamo.
A empresa usa tecnologia própria para ampliar a intensidade da luz, criar cores diferentes e elevar a resistência ao frio e à seca. Para reduzir riscos ambientais, utiliza espécies estéreis ou de baixo pólen, restringe os genes luminosos a folhas, caules e flores e trata termicamente todos os resíduos. A meta é que, em cinco anos, as plantas complementem a iluminação de parques e caminhos, reduzindo o uso de eletricidade.
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