Economia

Bradesco, Santander e Itaú aderem ao novo programa de renegociação de dívidas do governo

A medida, uma das bandeiras de campanha do presidente Lula, deve beneficiar cerca de 30 milhões de CPFs negativados

Bradesco, Santander e Itaú aderem ao novo programa de renegociação de dívidas do governo
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Pesquisa mostra pagamento antecipando decisões e diferenciando gerações
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Os três maiores bancos privados do País – Bradesco, Itaú e Santander – devem aderir ao Desenrola, o recém-lançado programa de renegociação de dívidas do governo federal.

Poderão participar do Desenrola, que começa a valer em julho, devedores, credores e agentes financeiros. Em relação aos devedores, o programa divide a categoria em duas faixas.

A medida, uma das bandeiras de campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), deve beneficiar cerca de 30 milhões de CPFs negativados. Hoje, existem no País mais de 70 milhões de inadimplentes, segundo dados da Serasa Experian.

O processo de renegociação ocorrerá em uma plataforma na qual os credores apresentam as dívidas com descontos. Os devedores, por sua vez, utilizarão o sistema para concordar com o refinanciamento sob as novas condições.

Os dois bancos estatais – Banco do Brasil e a Caixa –, entretanto, ainda não declararam adesão ao programa.

O BB informou, em comunicado, que apoiou o governo federal na concepção e modelagem do Desenrola, em conjunto com as demais instituições financeiras, por meio da Febraban, mas que aguarda a regulamentação do Programa para formalizar sua habilitação.

A Caixa, em nota, diz que os impactos operacionais e financeiros da MP que regulamenta o programa estão em avaliação pelo banco.

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