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As peripécias do dólar como moeda-reserva e as novas ameaças à estabilidade da economia mundial

A história da economia mundial, desde meados dos anos 1940, não pode ser contada sem compreendê-las

Ouvidos moucos. A turma continua a ignorar os sábios conselhos de Keynes - Imagem: Arquivo/AFP
Ouvidos moucos. A turma continua a ignorar os sábios conselhos de Keynes - Imagem: Arquivo/AFP
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A história da economia mundial, desde meados dos anos 1940, não pode ser contada sem a compreensão das peripécias do dólar em seu papel de moeda-reserva universal. No imediato pós-Guerra, sob a égide de Bretton Woods, o poder do dólar sustentou três processos simultâneos:

1. A expansão da grande empresa americana e a presença das bases militares de Tio Sam mundo afora geraram o déficit na conta de capitais dos EUA, o que garantiu o abastecimento da liquidez requerida para o crescimento do comércio mundial. 

Luiz Gonzaga Belluzzo

Luiz Gonzaga Belluzzo
Economista e professor, consultor editorial de CartaCapital.

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