Do Micro Ao Macro
Não ganhou na Mega? Franquias acessíveis podem ser sua porta de entrada no ramo
Franquias de baixo investimento surgem como alternativa para empreender em 2026, com modelos testados, valores iniciais reduzidos e gestão possível até em home office
O início de 2026 abre espaço para quem busca empreender sem capital elevado. Franquias de baixo investimento aparecem como opção para quem não ganhou na Mega da Virada e avalia negócios com estrutura definida.
Os aportes começam em R$ 5.999 e, em alguns formatos, permitem operação à distância. Nesse movimento, as franquias atraem interessados em modelos já testados e com suporte previsto em contrato.
Além disso, o formato chama atenção por reduzir etapas iniciais do negócio. As redes oferecem manuais, padrões operacionais e apoio ao franqueado. Assim, o empreendedor evita começar do zero e consegue planejar custos, prazos e retorno com mais previsibilidade, dentro das regras do sistema de franquias.
Franquias e o modelo testado
Segundo Ycaro Martins, especialista em expansão de negócios e CEO da Maxymus Expand, as franquias se consolidaram como caminho de crescimento baseado em operações já validadas. Para ele, o formato permite projeções de faturamento e organização do processo de expansão, desde que o investidor avalie o negócio com atenção.
De acordo com Martins, a análise da Circular de Oferta de Franquia é etapa obrigatória. O documento reúne informações sobre taxas, suporte, histórico da rede e deveres das partes. Ainda segundo o executivo, o pré-contrato ajuda a esclarecer prazos, regras de operação e limites da relação entre franqueador e franqueado.
O que avaliar antes de investir
Por outro lado, a decisão exige leitura cuidadosa dos números. É preciso analisar o prazo de retorno, a margem esperada e a compatibilidade do modelo com o perfil do empreendedor. Também entra na conta a rotina de operação e a capacidade de execução do franqueado no dia a dia do negócio.
Nesse sentido, Martins aponta que a escolha precisa funcionar para os dois lados. A rede depende do desempenho do franqueado, enquanto o investidor depende do suporte prometido. Por isso, a avaliação deve considerar se o negócio atende uma demanda contínua do mercado e se o formato de franquias se encaixa nas habilidades de quem vai operar a unidade.
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