Do Micro Ao Macro
Cashback: cinco caminhos para ampliar uso e engajamento
Com cashback em 2026, varejo e serviços buscam elevar recorrência por meio de dados, uso simples, comunicação contínua e experiência integrada
Em 2026, cashback segue como ferramenta presente em programas de fidelidade no varejo, serviços e plataformas de benefícios. Dados de uso indicam que a oferta financeira isolada não sustenta engajamento recorrente. Empresas passaram a buscar práticas que ampliem frequência, uso efetivo e valor percebido ao longo do tempo.
Segundo Aluísio Cirino, CEO da Alloyal, o desafio está em criar estímulos contínuos. “Cashback isolado não mantém o cliente ativo. É preciso estruturar motivos recorrentes de retorno e uso”, afirma.
A partir dessa leitura, a companhia reuniu cinco caminhos operacionais para ampliar engajamento e uso do cashback em 2026.
Personalização com base em dados
Primeiro, ofertas ajustadas ao comportamento real elevam aderência. Dados de consumo permitem apresentar benefícios compatíveis com histórico e frequência de uso.
Gamificação de uso contínuo do cashback
Em seguida, mecânicas simples estimulam recorrência. Missões, níveis e recompensas progressivas mantêm o cliente ativo no programa de cashback.
Uso omnicanal sem fricção
Além disso, o resgate precisa funcionar em diferentes canais. A experiência deve ser direta, com regras claras e poucos passos para utilização.
Comunicação recorrente
Na sequência, mensagens regulares sustentam o vínculo. Lembretes de saldo, novidades e prazos mantêm o programa presente no dia a dia do usuário.
Comunidade e participação
Por fim, espaços de interação ampliam valor percebido. Feedbacks, vantagens exclusivas e ações direcionadas aproximam clientes do ecossistema.
Para 2026, programas de fidelidade com cashback tendem a combinar tecnologia, personalização e experiência integrada. O foco recai sobre recompensas relevantes, facilidade de uso e comunicação frequente, segundo a avaliação de Aluísio Cirino.
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