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O cinema como sintoma social

O longa-metragem A Felicidade das Coisas, de Thais Fujinaga, ecoa os insucessos da história recente do país

A protagonista, Paula, compra uma piscina, cava o buraco em casa, mas vê-se sem dinheiro para completar seu sonho - Imagem: Lira Cinematográfica/Filmes de Plástico
A protagonista, Paula, compra uma piscina, cava o buraco em casa, mas vê-se sem dinheiro para completar seu sonho - Imagem: Lira Cinematográfica/Filmes de Plástico
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Uma piscina vazia, um buraco no meio do terreno e a frustração de uma mulher de classe média são sinais que a diretora Thais Fujinaga superpõe em seu primeiro longa-metragem para abordar o sentimento difuso de incapacidade e fracasso.

Embora o título A Felicidade das ­Coisas sugira uma direção poética, os ângulos que a diretora e roteirista prioriza não servem para quem busca na ficção um jeito de escapar dos tempos difíceis em que nos metemos.

Cássio Starling Carlos

Cássio Starling Carlos
Crítico de cinema, pesquisador de história do audiovisual e curador. Escreve para a edição semanal impressa de CartaCapital.

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