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Filme nacional leva 18 milhões ao cinema

Cultura

Os brasileiros estão indo mais ao cinema. De acordo com dados divulgados na segunda-feira 30 no Informe Anual de Mercado da Ancine, 143,9 milhões de ingressos foram vendidos no País em 2011, um número recorde na última década e que gerou uma renda bruta de 1,44 bilhão de reais.

“Isso faz do mercado brasileiro um dos mais importantes do mundo em salas de cinema, o que aumenta a importância do País para a circulação e a exploração de filmes”, afirma o presidente da Ancine, Manoel Rangel.

Dos bilhetes vendidos, 18 milhões correspondem à audiência dos 99 filmes brasileiros que entraram em cartaz ao longo de 2011. A renda total gerada pelas produções nacionais foi de 163 milhões de reais e ficou entre as três melhores dos últimos anos em números absolutos.

Três longas foram os principais responsáveis pelo bom resultado: De Pernas para o Ar, com 3,09 milhões de espectadores pagantes, Cilada.Com (2,99 milhões) e Bruna Surfistinha (2,16 milhões de ingressos vendidos), filmes que ficaram entre as 20 maiores bilheterias de 2011. Também foram destaque os títulos Assalto ao Banco Central, O Palhaço, O Homem do Futuro e Qualquer Gato Vira-Lata, todos com vendas de mais de um milhão de ingressos.

Em relação a 2010, a queda da bilheteria dos filmes brasileiros é de cerca de 30%, tanto em termos de ingressos vendidos como em renda bruta. A baixa é por conta da ausência, em 2011, de megassucessos de bilheteria comparáveis a Tropa de Elite 2 ou Nosso Lar, maiores responsáveis pelos excelentes resultados no ano anterior.

Ainda conforme o informativo, as distribuidoras brasileiras independentes mantiveram a sua tendência de crescimento, tendo assegurado uma participação de mercado de 27,5% no total de filmes exibidos e de 69,0% na exibição de filmes brasileiros.

Para Rangel, a pesquisa reforça a grande importância que incentivos do governo têm para as produções brasileiras. “A política do audiovisual é decisiva para que a gente possa ter condições de um bom desempenho para o cinema brasileiro”, afirmou.  O presidente ainda citou como exemplo o filme De Pernas para o Ar, que teve quase 70% do orçamento financiados com recursos do Fundo Setorial do Audiovisual, que garantiram a finalização e o lançamento dentro do prazo previsto. “Esse é o objetivo da política pública”.

* Com informações da Agência Brasil

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Obrigado por ter chegado até aqui. Combater a desinformação, as mentiras e os ataques às instituições custa tempo e dinheiro. Nós, da CartaCapital, temos o compromisso diário de levar até os leitores um jornalismo crítico, alicerçado em dados e fontes confiáveis. Acreditamos que este seja o melhor antídoto contra as fake news e o extremismo que ameaçam a liberdade e a democracia.

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“Isso faz do mercado brasileiro um dos mais importantes do mundo em salas de cinema, o que aumenta a importância do País para a circulação e a exploração de filmes”, afirma o presidente da Ancine, Manoel Rangel.

Dos bilhetes vendidos, 18 milhões correspondem à audiência dos 99 filmes brasileiros que entraram em cartaz ao longo de 2011. A renda total gerada pelas produções nacionais foi de 163 milhões de reais e ficou entre as três melhores dos últimos anos em números absolutos.

Três longas foram os principais responsáveis pelo bom resultado: De Pernas para o Ar, com 3,09 milhões de espectadores pagantes, Cilada.Com (2,99 milhões) e Bruna Surfistinha (2,16 milhões de ingressos vendidos), filmes que ficaram entre as 20 maiores bilheterias de 2011. Também foram destaque os títulos Assalto ao Banco Central, O Palhaço, O Homem do Futuro e Qualquer Gato Vira-Lata, todos com vendas de mais de um milhão de ingressos.

Em relação a 2010, a queda da bilheteria dos filmes brasileiros é de cerca de 30%, tanto em termos de ingressos vendidos como em renda bruta. A baixa é por conta da ausência, em 2011, de megassucessos de bilheteria comparáveis a Tropa de Elite 2 ou Nosso Lar, maiores responsáveis pelos excelentes resultados no ano anterior.

Ainda conforme o informativo, as distribuidoras brasileiras independentes mantiveram a sua tendência de crescimento, tendo assegurado uma participação de mercado de 27,5% no total de filmes exibidos e de 69,0% na exibição de filmes brasileiros.

Para Rangel, a pesquisa reforça a grande importância que incentivos do governo têm para as produções brasileiras. “A política do audiovisual é decisiva para que a gente possa ter condições de um bom desempenho para o cinema brasileiro”, afirmou.  O presidente ainda citou como exemplo o filme De Pernas para o Ar, que teve quase 70% do orçamento financiados com recursos do Fundo Setorial do Audiovisual, que garantiram a finalização e o lançamento dentro do prazo previsto. “Esse é o objetivo da política pública”.

* Com informações da Agência Brasil

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