Cultura
Festival contra a censura da prefeitura de SP confronta o autoritarismo de Bolsonaro. Assista
Foram mais de 45 atrações gratuitas como shows, debates, cinema, teatro e festas em uma ampla discussão sobre censura e resistência
O que diria o presidente Jair Bolsonaro sobre uma mulher transexual interpretando Jesus Cristo? E qual seria a análise dele sobre mulheres que militavam por uma educação libertadora nos sertões brasileiros em plenos anos de chumbo?
Se a resposta a esses questionamentos parecem óbvias, é porque o presidente e seu governo nunca fizeram questão de esconder para que vieram. Desde a época de campanha, Bolsonaro e sua trupe deixaram claro que, no palco da cultura, apenas o circo montado por eles teria vez.
Em janeiro, um evento multicultural idealizado pela Prefeitura de São Paulo resolveu dar uma resposta à altura com o Festival Verão Sem Censura, pensado pelo secretário de Cultura, Alê Youssef, para reunir obras culturais que foram censuradas no governo de Jair Bolsonaro e também na ditadura militar brasileira.
Foram mais de 45 atrações gratuitas como shows, debates, cinema, teatro e festas. CartaCapital acompanhou o evento e conversou com participantes, que discutiram sobre censura e resistência.
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