Cultura

assine e leia

Em ‘O Festival do Amor’, Woody Allen não se desprende de sua persona cinematográfica

Aos 86 anos, o diretor sabe que o cinema não muda nada. Só oferece abrigo quando o mundo fica inabitável

Ecos. Desta vez, Woody Allen coloca em cena um professor de cinema aposentado
Ecos. Desta vez, Woody Allen coloca em cena um professor de cinema aposentado
Apoie Siga-nos no

Woody Allen perdeu parte dos recursos de produção que sempre teve para filmar e a quase unanimidade do público. Ainda bem que não perdeu o bom humor.

Em O Festival do Amor, em cartaz desde a quinta-feira 6, o diretor, mais uma vez, se disfarça e não aparece em cena. A estratégia vem sendo adotada desde 2016, depois que Dylan, sua filha adotiva com a atriz Mia Farrow, reiterou as acusações de que na infância teria sido vítima de abusos sexuais.

Cássio Starling Carlos

Cássio Starling Carlos
Crítico de cinema, pesquisador de história do audiovisual e curador. Escreve para a edição semanal impressa de CartaCapital.

Tags: , , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

Um minuto, por favor...

Apoiar o bom jornalismo nunca foi tão importante

Obrigado por ter chegado até aqui. Nós, da CartaCapital, temos o compromisso diário de levar até os leitores um jornalismo crítico, que chama as coisas pelo nome. E sempre alicerçado em dados e fontes confiáveis. Acreditamos que este seja o melhor antídoto contra as fake news e o extremismo que ameaçam a liberdade e a democracia.

Se este combate também é importante para você, junte-se a nós! Contribua, com o quanto que puder. Ou assine e tenha acesso ao conteúdo completo de CartaCapital.

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

Um minuto, por favor...

Apoiar o bom jornalismo nunca foi tão importante

Obrigado por ter chegado até aqui. Nós, da CartaCapital, temos o compromisso diário de levar até os leitores um jornalismo crítico, que chama as coisas pelo nome. E sempre alicerçado em dados e fontes confiáveis. Acreditamos que este seja o melhor antídoto contra as fake news e o extremismo que ameaçam a liberdade e a democracia.

Se este combate também é importante para você, junte-se a nós! Contribua, com o quanto que puder. Ou assine e tenha acesso ao conteúdo completo de CartaCapital.