Cultura
Além da porta
Deslumbre de memórias de infância permeiam o trabalho da fotógrafa Anna Kahn, em exposição no Museu da Casa Brasileira
Olho Mágico
Museu da Casa Brasileira
De 4 a 29 de julho
Na infância, a fotógrafa carioca Anna Kahn costumava percorrer com intensa curiosidade o corredor de um prédio na Rua Prado Júnior, em Copacabana, onde o avô tinha um consultório dentário. Cada porta escondia um mistério, uma existência, uma história. É esse deslumbre primeiro que ela busca recuperar na exposição Olho Mágico. O título vem a propósito de uma das imagens feitas em seu périplo pelo mundo particular dos moradores do edifício. Para convencer o marido a deixá-la usar lentes coloridas, uma moradora recorreu a um par de olhos azuis recortado de revista e postado no lugar do olho mágico.
O mundo que Anna descortina revela uma Copacabana repleta de histórias, frustrações e sonhos. Das imagens de santos nas paredes a um singelo vestido solitário pendurado do lado de fora do guarda-roupa, a mostra convida a um mergulho no cotidiano vivo atrás de cada porta.
Olho Mágico
Museu da Casa Brasileira
De 4 a 29 de julho
Na infância, a fotógrafa carioca Anna Kahn costumava percorrer com intensa curiosidade o corredor de um prédio na Rua Prado Júnior, em Copacabana, onde o avô tinha um consultório dentário. Cada porta escondia um mistério, uma existência, uma história. É esse deslumbre primeiro que ela busca recuperar na exposição Olho Mágico. O título vem a propósito de uma das imagens feitas em seu périplo pelo mundo particular dos moradores do edifício. Para convencer o marido a deixá-la usar lentes coloridas, uma moradora recorreu a um par de olhos azuis recortado de revista e postado no lugar do olho mágico.
O mundo que Anna descortina revela uma Copacabana repleta de histórias, frustrações e sonhos. Das imagens de santos nas paredes a um singelo vestido solitário pendurado do lado de fora do guarda-roupa, a mostra convida a um mergulho no cotidiano vivo atrás de cada porta.
Apoie o jornalismo que chama as coisas pelo nome
Muita gente esqueceu o que escreveu, disse ou defendeu. Nós não. O compromisso de CartaCapital com os princípios do bom jornalismo permanece o mesmo.
O combate à desigualdade nos importa. A denúncia das injustiças importa. Importa uma democracia digna do nome. Importa o apego à verdade factual e a honestidade.
Estamos aqui, há mais de 30 anos, porque nos importamos. Como nossos fiéis leitores, CartaCapital segue atenta.
Se o bom jornalismo também importa para você, nos ajude a seguir lutando. Assine a edição semanal de CartaCapital ou contribua com o quanto puder.



