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A arte feita sem mãos

Anunciada nas feiras do século XIX como “a maravilha sem membros”, Sarah Biffin começa a conquistar o seu lugar na história

Suas obras estarão expostas na Philip Mould & Company, em Londres - Imagem: Philip Mold & Co e SW Heritage Trust
Suas obras estarão expostas na Philip Mould & Company, em Londres - Imagem: Philip Mold & Co e SW Heritage Trust
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Ela nasceu sem braços e sem pernas em 1784, filha de agricultores e, como media apenas 90 centímetros de altura quando adulta, foi exibida como atração em feiras itinerantes. Anunciada como A Maravilha sem Membros, Sarah Biffin pintava, escrevia e costurava com a boca e o ombro. Fazia isso ao lado de lutadores, animais selvagens e outras “curiosidades” secundárias que ­atraíam espectadores pagantes.

Mas Sarah superou as adversidades, encontrando reconhecimento por seu talento excepcional como pintora numa época em que a arte de mulheres e pessoas com deficiência era, geralmente, ignorada.

Dalya Alberge

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