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Tomo Lexotan na veia para não levar Bolsonaro a uma atitude drástica contra o STF, diz Heleno

O chefe do GSI também afirmou temer o assassinato do ex-capitão em 2022

O ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, general Augusto Heleno. Foto: Marcos Corrêa/PR
O ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, general Augusto Heleno. Foto: Marcos Corrêa/PR
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O ministro do Gabinete de Segurança Institucional, general Augusto Heleno, disse nesta terça-feira 14 tomar remédio “na veia” para não levar o presidente Jair Bolsonaro a tomar uma “atitude drástica” contra o Supremo Tribunal Federal. Afirmou, também, temer o assassinato do ex-capitão em 2022.

As declarações ocorreram durante o Curso de Aperfeiçoamento e Inteligência, na Agência Brasileira de Inteligência. A gravação do discurso de Heleno, comandante da Abin, foi divulgada pela coluna do jornalista Guilherme Amado, do Metrópoles.

Heleno disse que o STF “está tentando esticar a corda até arrebentar” e criticou “dois ou três ministros” da Corte, sem nomeá-los.

“Eu, particularmente, que sou o responsável, entre aspas, por manter o presidente informado, eu tenho que tomar dois Lexotan na veia por dia para não levar o presidente a tomar uma atitude mais drástica em relação às atitudes que são tomadas por esse STF que está aí”, disparou o militar.

O chefe do GSI também declarou ter uma preocupação “muito grande” com um eventual atentado contra Bolsonaro, “uma medida muito simples para mudar, em dez segundos, vinte segundos, totalmente o panorama brasileiro”.

Ele prometeu rezar todos os dias em igrejas católicas, evangélicas, centros espíritas e “tudo o que tiver por aí” para que o ex-capitão não seja “eliminado”.

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