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Professor universitário do Rio é acusado de abusos morais e sexuais em série
Denúncias que recaem sobre Leonardo Ávilla, da UniRio, se referem a um período de 14 anos
Um professor de paleontologia da Unirio está sendo acusado de abusos morais e sexuais por colegas pesquisadores e estudantes. As denúncias que recaem sobre Leonardo Ávilla, coordenador do laboratório que estuda mamíferos extintos na universidade, se referem a um período de 14 anos, desde 2007.
Os relatos sobre os casos foram publicados pelo jornalista americano Michael Balter, que se dedica a expor casos de assédio no meio científico. Ele marcou o nome de Leonardo e pediu que as vítimas se apresentassem.
Pelo menos 23 pessoas disseram ser vítima do professor. O Fantástico conversou com 12 vítimas, em reportagem exibida no domingo 12. Há relatos de que Leonardo chegou a levar a mão de uma das vítimas a seu pênis e também praticado perseguição contra as vítimas na universidade. Muitas delas, segundo a reportagem, deixaram de frequentar a instituição,
A Unirio abriu um processo administrativo, depois de os estudantes de biologia apresentarem uma denúncia formal. Em nota, a reitoria disse que repudia assédio de qualquer tipo, mas ainda não decidiu se o professor Ávilla será afastado durante a apuração.
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