CartaExpressa

Polícia de SP identifica 279 planos de ataques a escolas em uma semana

O atentado contra a Escola Estadual Thomazia Montoro, na capital, deixou uma professora morta

Foto: Fernando Frazão / Agência Brasil
Apoie Siga-nos no

A Polícia Civil do estado de São Paulo identificou um aumento no número de planos de possíveis ataques a escolas após o atentado contra a Escola Estadual Thomazia Montoro, na capital paulista, no último dia 27.

Em uma semana, policiais contabilizaram 279 casos. Ainda de acordo com a Polícia Civil, o setor de inteligência frustrou dezenas de possíveis atos violentos em escolas em 11 e 12 de março, dias em que agentes cumpriram sete mandados de busca e apreensão nos municípios de São José dos Campos, Caçapava e Tupã. Foram apreendidos três adolescentes com celulares, facas, máscara e chips de telefonia.

O governo de São Paulo estuda a contratação de policiais da reserva para trabalharem de forma permanente nas escolas.

Segundo a gestão estadual, atualmente há 566 PMs no policiamento realizado no entorno das unidades educacionais, por meio do programa Ronda Escolar.

ENTENDA MAIS SOBRE: , , , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

Relacionadas

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

Apoie o jornalismo que chama as coisas pelo nome

Depois de anos bicudos, voltamos a um Brasil minimamente normal. Este novo normal, contudo, segue repleto de incertezas. A ameaça bolsonarista persiste e os apetites do mercado e do Congresso continuam a pressionar o governo. Lá fora, o avanço global da extrema-direita e a brutalidade em Gaza e na Ucrânia arriscam implodir os frágeis alicerces da governança mundial.
CartaCapital não tem o apoio de bancos e fundações. Sobrevive, unicamente, da venda de anúncios e projetos e das contribuições de seus leitores. E seu apoio, leitor, é cada vez mais fundamental.
Não deixe a Carta parar. Se você valoriza o bom jornalismo, nos ajude a seguir lutando. Contribua com o quanto puder.

Quero apoiar