CartaExpressa
Podemos anuncia candidatura de Soraya Thronicke à Presidência do Senado
Sucessão de Rodrigo Pacheco (PSD-MG) vai acontecer no início do ano que vem
A senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS) vai participar da disputar pela Presidência do Senado, marcada para acontecer no início de 2025. A decisão foi anunciada pelo Podemos no último final de semana.
Esse é o primeiro anúncio oficial de uma candidatura à sucessão de Rodrigo Pacheco (PSD-MG), que não poderá pleitear a presidência por já ter sido reeleito no ano passado.
O que não quer dizer que outros nomes já não tenham começado a se movimentar. Davi Alcolumbre (União-AP), atual presidente da Comissão de Constituição e Justiça, por exemplo, é um deles.
Ele deverá receber o apoio do próprio Pacheco, embora uma parte do PSD ainda busque alternativas. A sigla tem a maior bancada da Casa.
A senadora Eliziane Gama (PSD-MA) é outro nome que tenta articular apoios em prol de uma candidatura. Pesa a favor dela a atuação como relatora da CPMI do 8 de Janeiro.
Do lado da oposição, o nome que mais se destaca em termos de candidatura é o de Rogério Marinho (PL-RN), que chegou a se candidatar no ano passado, mas foi derrotado.
Líder da oposição no Senado, Marinho tem como credencial a proximidade com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e o fato de pertencer ao partido com a segundo maior bancada da Casa.
2026 já começou
Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.
A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.
Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.
Assine ou contribua com o quanto puder.
Leia também
Alcolumbre pauta votação da PEC das Drogas para a próxima semana no Senado
Por CartaCapital
Os argumentos de Lula contra a PEC da reeleição em ‘happy hour’ com senadores
Por Wendal Carmo



