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O plano do PSOL para Boulos em 2026, após nomeação em ministério

O deputado federal substituirá o petista Márcio Macêdo na Secretaria-Geral da Presidência

O plano do PSOL para Boulos em 2026, após nomeação em ministério
O plano do PSOL para Boulos em 2026, após nomeação em ministério
Guilherme Boulos (PSOL), candidato à prefeitura de São Paulo. Foto: Renato Pizzutto/Band
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Eleições 2026

O PSOL não desistiu de ter Guilherme Boulos como candidato em 2026, apesar da nomeação do deputado federal para o cargo de ministro da Secretaria-Geral. A presidenta do partido, Paula Coradi, afirmou a CartaCapital nesta segunda-feira 20 que a prioridade é o Senado. No ano que vem, cada unidade da Federação elegerá dois representantes à Casa Alta.

Para Boulos disputar qualquer cargo eletivo em 2026, terá de deixar o ministério até abril. Será necessário, portanto, convencer o presidente Lula (PT) da conveniência de promover mais uma troca na Secretaria-Geral daqui a menos de seis meses.

“Avaliamos que pela liderança política que exerce, Boulos seria um excelente nome para a disputa eleitoral do ano que vem, em especial para o Senado“, disse Coradi à reportagem.

Para a Câmara dos Deputados, acrescentou, a aposta é no crescimento da votação de Erika Hilton (SP). O partido também projeta a ascensão dos deputados estaduais paulistas Guilherme Cortez e Marina Helou — filiada à Rede, sigla que compõe uma federação com o PSOL.

Guilherme Boulos substituirá Márcio Macêdo na Secretaria-Geral. A formalização no Diário Oficial da União deve ocorrer nesta terça-feira 21.

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