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O novo mapa da divisão de poder entre esquerda e direita na América do Sul

Os resultados na Colômbia e no Peru alteram a correlação de forças na região

O novo mapa da divisão de poder entre esquerda e direita na América do Sul
O novo mapa da divisão de poder entre esquerda e direita na América do Sul
Abelardo de la Espriella, em 21 de junho, após votar em Barranquilla. Foto: Juan Barreto/AFP
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Eleições 2026

As vitórias de Abelardo de la Espriella, na Colômbia, e Keiko Fujimori, no Peru, alteram em favor da extrema-direita a correlação de forças na América do Sul.

Na Colômbia, Abelardo será o sucessor de Gustavo Petro, o primeiro presidente progressista do país. No Peru, Keiko — filha do ditador Alberto Fujimori — assumirá em substituição ao interino José María Balcázar, do partido de esquerda Peru Libre.

Nesta nova conjuntura, a esquerda ou a centro-esquerda permanece no poder em:

  • Brasil: Lula
  • Uruguai: Yamandú Orsi
  • Suriname: Jennifer Simons
  • Guiana: Irfaan Ali
  • Venezuela: Delcy Rodríguez

A direita ou a extrema-direita, por sua vez, governa ou governará em:

  • Colômbia: Abelardo de la Espriella
  • Peru: Keiko Fujimori
  • Equador: Daniel Noboa
  • Bolívia: Rodrigo Paz
  • Paraguai: Santiago Peña
  • Chile: José Antonio Kast
  • Argentina: Javier Milei

As duas próximas eleições presidenciais já marcadas na região serão a do Brasil, em outubro deste ano, e a da Argentina, em outubro de 2027.

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