CartaExpressa

MST avalia enviar militantes à Venezuela após ataque dos EUA

O movimento fala em ‘atender a necessidades emergentes do povo venezuelano’

MST avalia enviar militantes à Venezuela após ataque dos EUA
MST avalia enviar militantes à Venezuela após ataque dos EUA
O Movimento dos Trabalhadores Sem Terra. Foto: MST/Reprodução
Apoie Siga-nos no

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra afirmou que avalia enviar militantes à Venezuela após o presidente Nicolás Maduro ser capturado pelos Estados Unidos, no último sábado 3. O objetivo, segundo o MST, seria reforçar ações em defesa do governo local e do povo venezuelano, com o qual a organização diz manter “uma relação de solidariedade”.

De acordo com o movimento, já há militantes no país há mais de 20 anos, mas com foco no desenvolvimento da agricultura familiar. “O MST se prepara para dar continuidade a essa missão, bem como atender às necessidades emergentes do povo venezuelano a partir dessa nova conjuntura”, diz uma nota divulgada pelos sem-terra nesta quarta-feira 7.

Logo após a invasão norte-americana à Venezuela, o fundador do MST, João Pedro Stedile, defendeu nas redes sociais que a comunidade internacional reaja e pediu a libertação de Maduro. Os EUA acusam o chavista de conspiração para narcoterrorismo, conspiração para importação de cocaína, conspiração para posse de armamento pesado, e uso e posse de metralhadoras e dispositivos destrutivos.

Na segunda-feira 5, o MST já havia realizado protestos em diversas capitais do País contra a ofensiva do governo de Donald Trump.

ENTENDA MAIS SOBRE: , , , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

Apoie o jornalismo que chama as coisas pelo nome

Depois de anos bicudos, voltamos a um Brasil minimamente normal. Este novo normal, contudo, segue repleto de incertezas. A ameaça bolsonarista persiste e os apetites do mercado e do Congresso continuam a pressionar o governo. Lá fora, o avanço global da extrema-direita e a brutalidade em Gaza e na Ucrânia arriscam implodir os frágeis alicerces da governança mundial.

CartaCapital não tem o apoio de bancos e fundações. Sobrevive, unicamente, da venda de anúncios e projetos e das contribuições de seus leitores. E seu apoio, leitor, é cada vez mais fundamental.

Não deixe a Carta parar. Se você valoriza o bom jornalismo, nos ajude a seguir lutando. Assine a edição semanal da revista ou contribua com o quanto puder.

Leia também

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo