CartaExpressa

Metralhadoras furtadas do Exército iriam para o PCC, diz secretário de Segurança de São Paulo

A polícia encontrou nove armas levadas do Arsenal de Guerra da Força em Barueri, na Grande São Paulo

Metralhadoras furtadas do Exército iriam para o PCC, diz secretário de Segurança de São Paulo
Metralhadoras furtadas do Exército iriam para o PCC, diz secretário de Segurança de São Paulo
Metralhadoras furtadas do Exército e recuperadas em São Paulo. Foto: Divulgação/Polícia Civil
Apoie Siga-nos no

O secretário de Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite, afirmou neste sábado 21 que as armas do Exército recuperadas em São Roque (SP) estavam em processo de negociação com o Primeiro Comando da Capital, o PCC.

A Polícia Civil encontrou na Grande São Paulo, na noite de sexta, nove armas furtadas do Arsenal de Guerra do Exército em Barueri. Ao todo, 21 metralhadoras foram levadas: 13 armas .50 e oito de calibre 7,62. Até agora, 17 delas foram recuperadas.

“Elas [as metralhadoras] tinham endereço endereço certo. A informação que se tem é que tanto Comando Vermelho quanto PCC seriam os destinatários finais desse armamento”, disse Derrite.

Na quinta-feira, a Polícia Civil do Rio de Janeiro recuperou oito das 21 metralhadoras. Elas foram encontradas em um carro roubado no bairro Gardênia Azul, zona oeste da capital fluminense.

ENTENDA MAIS SOBRE: , , , , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

Apoie o jornalismo que chama as coisas pelo nome

Depois de anos bicudos, voltamos a um Brasil minimamente normal. Este novo normal, contudo, segue repleto de incertezas. A ameaça bolsonarista persiste e os apetites do mercado e do Congresso continuam a pressionar o governo. Lá fora, o avanço global da extrema-direita e a brutalidade em Gaza e na Ucrânia arriscam implodir os frágeis alicerces da governança mundial.

CartaCapital não tem o apoio de bancos e fundações. Sobrevive, unicamente, da venda de anúncios e projetos e das contribuições de seus leitores. E seu apoio, leitor, é cada vez mais fundamental.

Não deixe a Carta parar. Se você valoriza o bom jornalismo, nos ajude a seguir lutando. Assine a edição semanal da revista ou contribua com o quanto puder.

Leia também

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo