CartaExpressa

Mais caro do Brasil, metrô do Rio terá novo reajuste: tarifa vai chegar a R$ 8,20

O novo preço entra em vigor no próximo dia 12 de abril

Mais caro do Brasil, metrô do Rio terá novo reajuste: tarifa vai chegar a R$ 8,20
Mais caro do Brasil, metrô do Rio terá novo reajuste: tarifa vai chegar a R$ 8,20
Catracas de estação do metrô do Rio de Janeiro – foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil
Apoie Siga-nos no

A tarifa de metrô mais cara do Brasil vai custar ainda mais a partir do próximo dia 12 de abril. A concessionária Metrô Rio, que administra o sistema na cidade do Rio de Janeiro, anunciou um reajuste que vai levar a passagem unitária a 8,20 reais.

Atualmente, o bilhete custa 7,90 reais, valor acima do cobrado por qualquer outro sistema metroviário do país. Para comparação, em São Paulo, onde a rede é consideravelmente maior e  oferece integração gratuita com os trens metropolitanos em diversas estações, o bilhete unitário custa 5,40 reais.

O aumento, de 3,8% reflete a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), segundo a empresa. A nova tarifa já foi homologada pela Agência Reguladora de Serviços Públicos Concedidos de Transportes Aquaviários, Ferroviários, Metroviários e Rodoviários do Estado do Rio de Janeiro (Agetransp).

De acordo com a Metrô Rio, o aumento será oficializado após publicação no Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro. A concessionária alega que o reajuste está previsto em contrato.

ENTENDA MAIS SOBRE: , , , , , , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

Apoie o jornalismo que chama as coisas pelo nome

Depois de anos bicudos, voltamos a um Brasil minimamente normal. Este novo normal, contudo, segue repleto de incertezas. A ameaça bolsonarista persiste e os apetites do mercado e do Congresso continuam a pressionar o governo. Lá fora, o avanço global da extrema-direita e a brutalidade em Gaza e na Ucrânia arriscam implodir os frágeis alicerces da governança mundial.

CartaCapital não tem o apoio de bancos e fundações. Sobrevive, unicamente, da venda de anúncios e projetos e das contribuições de seus leitores. E seu apoio, leitor, é cada vez mais fundamental.

Não deixe a Carta parar. Se você valoriza o bom jornalismo, nos ajude a seguir lutando. Assine a edição semanal da revista ou contribua com o quanto puder.

Leia também

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo