CartaExpressa

Lula não cita Milei, mas deseja sorte ao novo governo da Argentina e pede respeito à democracia

O ultradireitista derrotou o ministro da Economia, o peronista Sergio Massa, no segundo turno da eleição presidencial

Lula não cita Milei, mas deseja sorte ao novo governo da Argentina e pede respeito à democracia
Lula não cita Milei, mas deseja sorte ao novo governo da Argentina e pede respeito à democracia
O ultradireitista argentino Javier Milei. Foto: Luis Robayo/AFP
Apoie Siga-nos no

O presidente Lula (PT) publicou na noite deste domingo 19 uma mensagem de felicitação a Javier Milei, eleito presidente da Argentina no segundo turno. O petista, contudo, não citou diretamente o nome do ultradireitista.

Milei derrotou o ministro da Economia, o peronista Sergio Massa.

“A democracia é a voz do povo, e ela deve ser sempre respeitada. Meus parabéns às instituições argentinas pela condução do processo eleitoral e ao povo argentino que participou da jornada eleitoral de forma ordeira e pacífica”, escreveu Lula.

“Desejo boa sorte e êxito ao novo governo. A Argentina é um grande país e merece todo o nosso respeito. O Brasil sempre estará à disposição para trabalhar junto com nossos irmãos argentinos.”

Na última terça-feira 14, Lula não declarou apoio a Massa, mas disse que a Argentina precisa de um presidente que goste da democracia e respeite as alianças comerciais do país no Mercosul.

“Eu não posso falar de eleição na Argentina porque é direito soberano do povo da Argentina. Mas queria pedir que vocês lembrem que o Brasil precisa da Argentina e que a Argentina precisa do Brasil, dos empregos que o Brasil gera na Argentina e dos empregos que a Argentina gera no Brasil, do fluxo comercial entre os dois países e do quanto nós podemos crescer juntos”, disse o petista, na ocasião.

ENTENDA MAIS SOBRE: , , , , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

2026 já começou

Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.

A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.

Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.

Assine ou contribua com o quanto puder.

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo