CartaExpressa
Lula envia Celso Amorim para acompanhar reunião entre Venezuela e EUA
O mote do encontro é a eleição venezuelana de 2024; acordo para aliviar sanções impostas pelos norte-americanos entrará em pauta
O ex-chanceler Celso Amorim, assessor especial da Presidência para Assuntos Internacionais, viajou a Barbados, na América Central, para participar de uma reunião nesta terça-feira 17 sobre a eleição presidencial da Venezuela, marcada para 2024.
Mediado pela Noruega, o encontro reunirá integrantes do governo de Nicolás Maduro e representantes da oposição.
Além de Celso Amorim, marcarão presença na reunião enviados de outros países, entre eles Estados Unidos, México e Colômbia.
Segundo o jornal The Washington Post, os Estados Unidos e a Venezuela estão prestes a firmar um acordo que aliviaria as sanções impostas pelos norte-americanos. Os termos podem ser finalizados na agenda desta terça.
O veículo informou que haveria uma redução das sanções à indústria petrolífera da Venezuela, sob a condição de o governo de Maduro permitir uma eleição presidencial competitiva e monitorada internacionalmente no ano que vem.
Na tarde da segunda-feira 16, o presidente Lula (PT) conversou com Maduro sobre a eleição, a retomada do pagamento da dívida venezuelana com o Brasil e as sanções impostas pelos Estados Unidos.
2026 já começou
Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.
A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.
Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.
Assine ou contribua com o quanto puder.
Leia também
Como a Argentina chega à semana mais decisiva de sua eleição presidencial
Por André Lucena
Lula envia assessor para acompanhar a eleição na Argentina
Por CartaCapital
Quem é Daniel Noboa, o herdeiro que se tornou o mais jovem presidente do Equador
Por André Lucena



