CartaExpressa

Lira: Penso que a maioria do PP aceita de bom grado filiação de Bolsonaro

Presidente da Câmara também afastou a possibilidade do Congresso não reconhecer o resultado das eleições em caso de derrota do presidente

Lira: Penso que a maioria do PP aceita de bom grado filiação de Bolsonaro
Lira: Penso que a maioria do PP aceita de bom grado filiação de Bolsonaro
O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, e o ex-presidente Jair Bolsonaro. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Apoie Siga-nos no

O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), disse acreditar que a maioria dos membros de seu partido seja favorável à filiação do presidente Jair Bolsonaro, que deixou o PSL e está sem partido desde novembro de 2019.

“Penso que a maioria do PP aceita de bom grado filiação do presidente Bolsonaro”, afirmou, em entrevista à Veja. Lira disse que o PP é um partido amplo e que abarca visões diferentes. “Eu como filiado vou aceitar decisão majoritária do partido.”

Próximo do presidente, que levanta, sem provas, dúvidas sobre a confiabilidade das urnas eletrônicas, Lira afirmou não haver dúvidas de que o Congresso reconhecerá o resultado das eleições de 2022, independente do resultado. Segundo Lira, o “espetáculo de golpe não existe e não existirá”.

“É lógico que o Congresso vai respeitar o resultado democrático. Em todos os momentos de instabilidade, o Congresso deu demonstrações claras de respeito à democracia, e a democracia se dará nas urnas”, afirmou. “O Brasil não é república de bananas, democracia é forte e tem instituições fortes.”

 

ENTENDA MAIS SOBRE: , , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

Apoie o jornalismo que chama as coisas pelo nome

Depois de anos bicudos, voltamos a um Brasil minimamente normal. Este novo normal, contudo, segue repleto de incertezas. A ameaça bolsonarista persiste e os apetites do mercado e do Congresso continuam a pressionar o governo. Lá fora, o avanço global da extrema-direita e a brutalidade em Gaza e na Ucrânia arriscam implodir os frágeis alicerces da governança mundial.

CartaCapital não tem o apoio de bancos e fundações. Sobrevive, unicamente, da venda de anúncios e projetos e das contribuições de seus leitores. E seu apoio, leitor, é cada vez mais fundamental.

Não deixe a Carta parar. Se você valoriza o bom jornalismo, nos ajude a seguir lutando. Assine a edição semanal da revista ou contribua com o quanto puder.

Leia também

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo