CartaExpressa
Justiça decreta prisão de terceiro suspeito pelo assassinato de Bruno Pereira e Dom Phillips
Jeferson da Silva Lima, vulgo “Pelado da Dinha” encontra-se foragido segundo informações das polícias federal e civil
A Justiça do Amazonas decretou, na noite da sexta-feira 17, a prisão de um terceiro suspeito na morte do indigenista Bruno Ribeiro e do jornalista inglês Dom Phillips. Jeferson da Silva Lima, vulgo “Pelado da Dinha” encontra-se foragido segundo informações das polícias federal e civil.
Até o momento se encontram presos os irmãos Amarildo da Costa Oliveira, conhecido como “Pelado”, e Oseney de Oliveira. Os dois teriam esquartejado e enterrado os corpos das vítimas. Na quinta-feira 16, a Polícia Civil do Amazonas chegou a cumprir um mandado de busca e apreensão na casa de mais um suspeito que não teve o nome divulgado.
No sábado, a PF informou que as investigações, ainda em aberto, apontam para a ausência de um mandante no assassinato das vítimas. A corporação afirmou, em nota, que as apurações indicam que os executores “agiram sozinhos”, sem a orientação de uma organização criminosa por trás dos atos. A hipótese, porém, segue sob análise. Também declarou que continuam as buscas pela embarcação utilizada pelo indigenista e pelo jornalista.
O corpo de Dom Phillips já foi identificado. Sua identidade foi confirmada por meio de exame de arcada dentária.
2026 já começou
Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.
A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.
Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.
Assine ou contribua com o quanto puder.
Leia também
Polícia Federal identifica restos mortais do jornalista Dom Phillips
Por Agência Brasil
Caso Bruno e Dom: Polícia Federal diz que não há mandante, e ONG indígena contesta
Por CartaCapital
Justiça para Bruno e Dom
Por Marcelo Freixo


