CartaExpressa
Israel alega que Jihad Islâmica é autora de bombardeio que matou centenas em hospital de Gaza
O Ministério da Saúde do enclave, por sua vez, sustenta que o ataque foi deflagrado pelos israelenses
As Forças de Defesa de Israel afirmaram nesta terça-feira 17 que um foguete do grupo Jihad Islâmica Palestina teria provocado a explosão em um hospital da Faixa de Gaza que deixou pelo menos 200 mortos.
A pasta diz se basear em supostas “informações de inteligência, provenientes de diversas fontes”.
O Ministério da Saúde da Faixa de Gaza, por sua vez, sustenta que o ataque ao hospital foi deflagrado por Israel. Segundo a pasta, centenas de pessoas – às quais se refere como “mártires” – estão sob os escombros.
Ato contínuo, o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, decretou luto nacional de três dias após o que definiu como um “massacre”.
O conflito entre o Estado de Israel e o grupo palestino Hamas está em seu 11º dia, com pelo menos 4,4 mil mortos — aproximadamente 3 mil palestinos e 1,4 mil israelenses.
2026 já começou
Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.
A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.
Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.
Assine ou contribua com o quanto puder.
Leia também
Ministro israelense rejeita entrada de ajuda humanitária em Gaza: ‘Nem um grama’
Por CartaCapital
O que dizem Hamas, Jihad Islâmica e Israel sobre ataque a hospital que matou centenas em Gaza
Por CartaCapital
Ataque de Israel mata pelo menos 6 pessoas refugiadas em escola de Gaza
Por CartaCapital


