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Guedes ressuscita ideia de capitalização da Previdência

Pelo modelo, cada trabalhador tem de construir uma poupança individual que bancará sua própria aposentadoria no futuro

Jair Bolsonaro e Paulo Guedes. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Jair Bolsonaro e Paulo Guedes. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta terça-feira 7 que a Petrobras não está na lista de privatizações para o governo de Jair Bolsonaro neste mandato. Se a gestão for reeleita em 2022, isso pode mudar, indicou. Ele também tornou a defender a capitalização da Previdência no Brasil.

“Todos sabem que sou a favor da privatização de todas essas empresas, mas o presidente disse ‘ok, você pode vender os Correios, a Eletrobras, várias empresas estatais podem desinvestir suas subsidiárias que não estão no centro das empresas’. Então, temos uma política clara de privatizações, mas a Petrobras não está na lista de privatizações, ao menos desse primeiro governo”, afirmou. Guedes participou de um evento promovido pela consultoria Eurasia.

O ministro ainda declarou que, se Bolsonaro for reconduzido ao cargo no ano que vem, o País deve aprofundar a agenda liberal. Uma das tarefas, de acordo com Guedes, seria aprovar o sistema de capitalização da Previdência, excluído pelo Congresso Nacional durante a tramitação da reforma de 2019.

Pelo modelo de capitalização, cada trabalhador tem de construir uma poupança individual que bancará sua própria aposentadoria no futuro.

“Fizemos Reforma da Previdência, mas foi erro não fazer capitalização”, disse Guedes. “Devemos tentar fazer capitalização da Previdência novamente.”

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