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Em relatório, Marcos Rogério defende governo e diz que CPI agiu ‘por ignorância ou má-fé’

Em relatório, Marcos Rogério defende governo e diz que CPI agiu ‘por ignorância ou má-fé’

Senador governista afirmou ainda que a gestão federal 'jamais adotou a tese da imunização de rebanho'

O senador governista Marcos Rogério (DEM-RO). Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

O senador governista Marcos Rogério (DEM-RO). Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

Um senador Marcos Rogério (DEM) apresentou nesta quarta-feira 20 um voto em separado do relatório de Renan Calheiros (MDB-AL), que será votado na próxima semana.

No documento, o parlamentar governista afirma que a comissão CPI “por ignorância ou má-fé” vendeu ao País informações que passam a impressão de que o Governo Federal é o único responsável pela condução do serviço de saúde, negando a descentralização, a existência de uma rede regionalizada e hierarquizada.

Em defesa do presidente Jair Bolsonaro, o senador diz ainda que a gestão federal “jamais adotou a tese da imunização de rebanho com o objetivo de permitir que a população fosse infectada, tendo acreditado na vacinação, hoje em franco e acelerado andamento, por ter elevada eficácia no combate à doença”.

“O conceito do que se trata a imunidade de rebanho vem sendo distorcido nos debates envolvendo a pandemia do novo coronavírus”, acrescentou o aliado.

No texto, Rogério destaca ainda supostos casos de corrupção nos estados e que não tiveram atenção dos membros da CPI.

“Desta maneira, é possível apontar que esta CPI deixou de investigar gestores públicos e atores privados pela suposta prática dos seguintes crimes tipificados no Código Penal e em leis especiais: peculato; concussão; corrupção passiva; prevaricação; contratação direta ilegal; frustração do caráter competitivo de licitação; organização criminosa; lavagem de dinheiro”, escreveu.

Leia aqui o relatório na íntegra.

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