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Em novo debate, Boulos critica candidatura de Marçal: ‘Você é o Padre Kelmon dessa eleição, uma caricatura’

Candidatos travaram novo embate na manhã desta quarta-feira em um evento promovido pela Fundação Armando Alvares Penteado

Em novo debate, Boulos critica candidatura de Marçal: ‘Você é o Padre Kelmon dessa eleição, uma caricatura’
Em novo debate, Boulos critica candidatura de Marçal: ‘Você é o Padre Kelmon dessa eleição, uma caricatura’
Guilherme Boulos (PSOL) e Pablo Marçal (PRTB) batem boca durante debate promovido pela FAAP. Foto: Reprodução
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Candidato à prefeitura de São Paulo pelo PSOL, Guilherme Boulos comparou a candidatura de Pablo Marçal (PTRB) à do candidato Padre Kelmon nas eleições de 2022. A declaração ocorreu durante o debate entre candidatos promovido pela Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP) em parceria com os sites Terra e Estadão.

“Marçal, você é um mentiroso compulsivo, é viciado em mentir. Você veio para o debate para tumultuar, você é o Padre Kelmon dessa eleição, uma caricatura”, afirmou Boulos após ser questionado por Marçal sobre três supostas prisões.

Na réplica, Marçal afirmou que iria ‘exorcizar, com a carteira de trabalho, o grande vagabundo que nunca trabalhou’. O candidato concluiu afirmando que, se depender dele, Boulos ‘nunca será prefeito em São Paulo’.

O embate entre Boulos e Marçal teve início após Boulos afirmar que o candidato do PRTB não deveria estar presente no debate após ter afirmado que retiraria sua candidatura caso fosse provada sua condenação ‘como ladrão de bancos’. Em resposta, Marçal afirmou que o candidato Boulos teria sido preso três vezes.

Anteriormente, ambos os candidatos responderam ao questionamento da professora Fernanda Magnotta sobre smart cities, as chamadas cidades inteligentes. Boulos defendeu o aumento da frota de ônibus elétricos na cidade em até 50% e o melhor trato do lixo urbano. Marçal, por sua vez, citou faróis inteligentes para melhorar o trânsito e a criação de teleféricos como meio de transporte.

Ambos os candidatos pouparam o tempo de três minutos nas respostas à pergunta de Magnotta. A tática vem sendo usada por todos os candidatos para aproveitar o tempo restante, que é concedido para falas livres e questionamento entre os postulantes.

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