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Em novo aceno ao Centrão, Bolsonaro pode trocar Onyx e Ramos

Em novo aceno ao Centrão, Bolsonaro pode trocar Onyx e Ramos

O senador Ciro Nogueira, presidente do Progressistas, deve assumir a cadeira de Ramos e Davi Alcolumbre, é cotado para o posto de Onyx

O presidente Jair Bolsonaro, os ministro do GSI, Augusto Heleno, da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, e da Casa Civil, Onyx Lorenzoni.

Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil

O presidente Jair Bolsonaro, os ministro do GSI, Augusto Heleno, da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, e da Casa Civil, Onyx Lorenzoni. Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil

Jair Bolsonaro pode demitir dois dos ministros mais próximos: Onyx Lorenzoni, da Secretaria-Geral, e Luiz Eduardo Ramos, da Casa Civil. A troca deve ocorrer nas próximas semanas, cedendo novas cadeiras importantes ao Centrão no governo. A manobra é uma tentativa de acalmar os ânimos parlamentares, aprovar a indicação de André Mendonça ao Supremo Tribunal Federal e barrar uma possível diminuição da base de apoio no Congresso. A informação é do jornal O Globo.

Onyx e Ramos, no entanto, não devem deixar de vez o governo, passando a ocupar outros cargos menos estratégicos. As informações são de que dois senadores do Centrão ocuparão as cadeiras deixadas por eles.

Ciro Nogueira, presidente do Progressista, principal base de apoio de Bolsonaro no Congresso, deverá ocupar o lugar de Ramos. Já Davi Alcolumbre, nome forte do DEM e ex-presidente do Senado, é o mais cotado para a pasta de Onyx.

Bolsonaro tem visto sua popularidade cair com o avanço das investigações na CPI da Covid. No Congresso, o apoio também pode sofrer um baque.

O posto de Ramos entrou no radar dos congressistas mais recentemente com a votação do ‘fundão’. O ministro, segundo o jornal, teria passado informações erradas a Bolsonaro, o que levou o presidente a criticar publicamente o vice-presidente da Câmara Marcelo Ramos (PL-AM). Bolsonaro prometeu vetar a decisão do Congresso e gerou uma crise entre os parlamentares.

Depois dos ataques, o deputado decidiu analisar os mais de 100 pedidos de impeachment contra Bolsonaro e passou a se declarar oposição.

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