CartaExpressa

Em Israel, Bolsonaro vence com menos folga do que em 2018; na Palestina, Lula tem mais de 90%

Há quatro anos, o ex-capitão obteve 77,3% dos votos contra Fernando Haddad; neste domingo 30, chegou a 53%

Em Israel, Bolsonaro vence com menos folga do que em 2018; na Palestina, Lula tem mais de 90%
Em Israel, Bolsonaro vence com menos folga do que em 2018; na Palestina, Lula tem mais de 90%
Foto: Ricardo Stuckert e EVARISTO SA / AFP
Apoie Siga-nos no

Repetindo o cenário de 2018, o presidente Jair Bolsonaro (PL) venceu o segundo turno da eleição em Israel. No entanto, viu a sua base diminuir.

Há quatro anos, o ex-capitão obteve 77,3% dos votos contra Fernando Haddad (PT). Neste domingo 30, foi escolhido por 53,4% dos eleitores. 

Já em Ramallah, capital da Autoridade Nacional Palestina, Lula (PT) confirmou seu favoritismo e conquistou 90,5% dos votos, contra 9,5% de Bolsonaro. 

No início do mandato, Bolsonaro sugeriu a transferência da embaixada brasileira em Israel de Tel Aviv para Jerusalém. O movimento, encabeçado pelo então presidente norte-americano, Donald Trump, implicaria no reconhecimento da cidade disputada entre Israel e Palestina como território israelense. 

Apesar da iniciativa, o ex-capitão recuou e apenas abriu um escritório de comércio na cidade santa. 

ENTENDA MAIS SOBRE: , , , , ,

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo

Apoie o jornalismo que chama as coisas pelo nome

Depois de anos bicudos, voltamos a um Brasil minimamente normal. Este novo normal, contudo, segue repleto de incertezas. A ameaça bolsonarista persiste e os apetites do mercado e do Congresso continuam a pressionar o governo. Lá fora, o avanço global da extrema-direita e a brutalidade em Gaza e na Ucrânia arriscam implodir os frágeis alicerces da governança mundial.

CartaCapital não tem o apoio de bancos e fundações. Sobrevive, unicamente, da venda de anúncios e projetos e das contribuições de seus leitores. E seu apoio, leitor, é cada vez mais fundamental.

Não deixe a Carta parar. Se você valoriza o bom jornalismo, nos ajude a seguir lutando. Assine a edição semanal da revista ou contribua com o quanto puder.

Leia também

Jornalismo crítico e inteligente. Todos os dias, no seu e-mail

Assine nossa newsletter

Assine nossa newsletter e receba um boletim matinal exclusivo