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Diretor do Butantan cobra ajuda de Bolsonaro para negociar insumos com a China: ‘Tenha dignidade’

Dimas Covas quer auxílio também do Ministério das Relações Exteriores

Dimas Covas, diretor do Instituto Butantan. Foto: Divulgação/Governo do Estado de SP 'Cada dia que aguardamos é um dia a menos de vacina', disse Dimas Covas. Créditos: (Foto: Divulgação/Governo do Estado de SP)
Dimas Covas, diretor do Instituto Butantan. Foto: Divulgação/Governo do Estado de SP 'Cada dia que aguardamos é um dia a menos de vacina', disse Dimas Covas. Créditos: (Foto: Divulgação/Governo do Estado de SP)
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O diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, se dirigiu nesta terça-feira 19 ao presidente Jair Bolsonaro, a quem pediu ‘dignidade’ para defender a vacina Coronavac e auxiliar na chegada de matéria-prima da China para a produção do imunizante em São Paulo.

“Se a vacina agora é do Brasil, o nosso presidente tenha a dignidade de defendê-la e de solicitar, inclusive, apoio, por seu Ministério de Relações Exteriores, na conversa com o governo da China. É o que nós esperamos”, disse Covas em Ribeirão Preto, interior de São Paulo, durante evento nesta manhã.

No domingo 17, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária autorizou o uso emergencial de seis milhões de doses da Coronavac. Na segunda-feira 18, o Butantan enviou à Anvisa o pedido de uso emergencial de mais 4,8 milhões de doses, fabricadas no Brasil.

O instituto se preocupa, porém, com a possibilidade de que o atraso no envio dos insumos por parte da China imponha mudanças ao plano de imunização no Brasil. Sem o Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA), o Butantan não pode produzir a Coronavac.

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