CartaExpressa
Queiroga testa positivo para a Covid-19 em Nova York, diz TV
Na segunda-feira 20, um diplomata que integra a delegação brasileira já havia testado positivo para o novo coronavírus
A comitiva do presidente Jair Bolsonaro em Nova York teve um 2º caso de Covid-19 confirmado nesta terça-feira 21. Trata-se do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga. A informação é da CNN Brasil.
Segundo o jornal Folha de S.Paulo, diplomatas da Missão do Brasil nas Nações Unidas receberam um aviso e entrarão em isolamento nos próximos dias.
Na segunda-feira 20, um diplomata que integra a delegação brasileira já havia testado positivo para o novo coronavírus, de acordo com uma fonte que integra a comitiva.
O diplomata não estava no mesmo voo de Bolsonaro. Ele chegou antes a Nova York, segundo as informações que circulam entre integrantes da delegação. O diplomata compôs a equipe precursora do governo que organizou os preparativos para a viagem, antes do desembarque do presidente.
O ex-capitão chegou a Nova York no domingo 19 acompanhado da primeira-dama, Michelle Bolsonaro, de um de seus filhos, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), e dos ministros Gilson Machado (Turismo), Marcelo Queiroga (Saúde) e Augusto Heleno (Secretaria-Geral).
(Com informações da Agência Estado)
Apoie o jornalismo que chama as coisas pelo nome
Muita gente esqueceu o que escreveu, disse ou defendeu. Nós não. O compromisso de CartaCapital com os princípios do bom jornalismo permanece o mesmo.
O combate à desigualdade nos importa. A denúncia das injustiças importa. Importa uma democracia digna do nome. Importa o apego à verdade factual e a honestidade.
Estamos aqui, há mais de 30 anos, porque nos importamos. Como nossos fiéis leitores, CartaCapital segue atenta.
Se o bom jornalismo também importa para você, nos ajude a seguir lutando. Assine a edição semanal de CartaCapital ou contribua com o quanto puder.
Leia também
Versão final do discurso de Bolsonaro na ONU teve ‘ajuda’ de Eduardo
Por Estadão Conteúdo
Bolsonaro no país das fantasias
Por Cláudio Couto
Sem vetos de Bolsonaro a lei de quebra de patentes, Brasil teria remédios 80 vezes mais baratos, dizem especialistas
Por CartaCapital


