CartaExpressa
Ciro volta a falar em frente ampla para 2022, mas exclui o PT
Talvez a confrontação odienta esteja perto de acabar, disse
Em São Paulo, durante ato de apoio à candidatura de Márcio França (PSB), Ciro Gomes falou da necessidade de se construir uma frente ampla de centro-esquerda para 2022.
“Nós construímos esse caminho. Há uma esquerda nova no Brasil, que reúne o PSB do Márcio, o PDT do Neto e nosso, a Marina da Rede, o PV, o nosso companheiro do PC do B Flávio Dino, isso é um caminho. Nem tanto ao mar, nem tanto à terra. Chega de ódio. Unir o povo. Organizar a luta. Salvar o Brasil. Márcio França prefeito, Neto vice-prefeito”, disse Ciro nesta segunda-feira 9.
“Nas grandes cidades, isso é uma tradição, há uma politização do voto. São Paulo botando Márcio França no segundo turno, a Martha Rocha no Rio de Janeiro, o nosso João Campos lá em Recife, o Sarto em Fortaleza que já está chegando ao primeiro lugar, em Belo Horizonte o Kalil já está com 65%, o que que o povo brasileiro das grandes cidades começa a indicar? É que nós queremos, além de escolher bons prefeitos, criar um caminho em que o extremismo, a confrontação odienta, que marca a divisão da nação brasileira de forma grave como nós estamos vendo numa hora tão dura, talvez esteja perto de ser encerrada”, afirmou Ciro.
2026 já começou
Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.
A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.
Se você valoriza o jornalismo crítico, independente e comprometido com a democracia, este é o momento de agir.
Assine ou contribua com o quanto puder.


