CartaExpressa,Economia

Centrais sindicais cobram auxílio emergencial de R$ 600: ‘A crise não espera’

Centrais sindicais cobram auxílio emergencial de R$ 600: ‘A crise não espera’

'A proteção econômica é fundamental para que as pessoas e as empresas possam cumprir o isolamento social'

Foto: Roberto Parizotti/Fotos Públicas

Foto: Roberto Parizotti/Fotos Públicas

As maiores centrais sindicais do Brasil se manifestaram em nota nesta quarta-feira 31 em defesa do pagamento do auxílio emergencial de 600 reais, em meio à pior fase da pandemia do novo coronavírus.

“A crise sanitária não espera e continua matando milhares de pessoas todos os dias no Brasil. Tragicamente, fruto principalmente da irresponsabilidade do governo federal, o País é o pior caso de combate à Covid-19”, diz o texto, assinado por CUT, CTB, Força Sindical, UGT, NCST e CSB, que cobra a ação do Congresso Nacional para ampliar o valor do benefício.

Diante desse dramático cenário, argumentam as centrais, “a proteção econômica é fundamental para que as pessoas e as empresas possam cumprir o isolamento social necessário e aguardem os efeitos positivos da vacina e da imunização crescente. A proteção econômica evita mortes, permite que defendamos a vida de todos e protege a economia da recessão e do desemprego”.

A nova rodada do auxílio será paga a partir de 6 de abril. Serão quatro parcelas, com valor médio de 250 reais, variando entre 150 e 375, conforme o perfil do beneficiário e a composição familiar.

 

Responda nossa pesquisa e nos ajude a entender o que nossos leitores esperam de CartaCapital

Um minuto, por favor...

Obrigado por ter chegado até aqui. Combater a desinformação, as mentiras e os ataques às instituições custa tempo e dinheiro. Nós, da CartaCapital, temos o compromisso diário de levar até os leitores um jornalismo crítico, alicerçado em dados e fontes confiáveis. Acreditamos que este seja o melhor antídoto contra as fake news e o extremismo que ameaçam a liberdade e a democracia.

Se você acredita no nosso trabalho, junte-se a nós. Apoie, da maneira que puder. Ou assine e tenha acesso ao conteúdo integral de CartaCapital!

Compartilhar postagem