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Centrais convocam mobilização contra Bolsonaro para 18 de junho

Centrais convocam mobilização contra Bolsonaro para 18 de junho

Organizações afirmam que reunirão trabalhadores em locais de serviço e que apoiam atos já convocados para o dia seguinte, 19 de junho

Organizações querem orientar trabalhadores sobre protocolos sanitários para 19 de junho, diz nota. Foto: Reprodução/CUT

Organizações querem orientar trabalhadores sobre protocolos sanitários para 19 de junho, diz nota. Foto: Reprodução/CUT

Centrais sindicais convocam uma mobilização para 18 de junho entre trabalhadores com as pautas “fora, Bolsonaro”, “vacina já” e auxílio emergencial, entre outros temas. Em nota divulgada nesta quarta-feira 9, as 10 centrais sindicais anunciaram que vão realizar mobilizações nos locais de trabalho e terminais de transporte público, onde ocorrerão assembleias, atos, panfletagens e paralisações pontuais.

A data antecede os atos de 19 de junho, convocados pela Campanha Fora Bolsonaro e pelas frentes Povo Sem Medo e Brasil Popular. As centrais afirmam que “apoiam” os protestos de 19 de junho e que as mobilizações de 18 de junho “também servirão à orientação sobre a importância de trabalhadores cumprirem protocolos sanitários”.

As entidades entendem que a pandemia “segue um risco à população”, diante da “incompetência do governo federal”. Porém, diz a nota, “é preciso dar capilaridade às mobilizações, envolvendo todos os trabalhadores e trabalhadoras na luta dos sindicatos e das demais organizações populares”.

Segundo apurou CartaCapital, não há unidade entre as centrais sindicais sobre marcar presença física nos protestos de 19 de junho. A causa apontada é a formação de aglomerações. Ao mesmo tempo, há consenso sobre prestar apoio às mobilizações.

“Faz parte do combate ao desgoverno Bolsonaro repudiar o obscurantismo, o negacionismo e as fake news e disseminar entre os trabalhadores e trabalhadoras a conscientização da gravidade da pandemia, bem como informações para que todos possam proteger a vida, não só a própria, como a de todos”, finaliza a nota.

 

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Repórter do site de CartaCapital

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