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Bolsonaro recusou vacinas da Pfizer pela metade do preço pago por EUA e Europa

Na época, Eduardo Pazuello considerou caro o valor cobrado pela farmacêutica

Bolsonaro recusou vacinas da Pfizer pela metade do preço pago por EUA e Europa
Bolsonaro recusou vacinas da Pfizer pela metade do preço pago por EUA e Europa
Jair Bolsonaro e Eduardo Pazuello. Foto: Evaristo Sá/AFP
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O governo do presidente Jair Bolsonaro recusou, em 2020, a compra de vacinas da Pfizer oferecidas ao Brasil pela metade do preço pago pelos EUA, Reino Unido e União Europeia.

Segundo o jornal Folha de S. Paulo, até 70 milhões de doses da farmacêutica poderiam ter sido entregues a partir de dezembro de 2020 por 10 dólares cada. Os outros países pagaram  US$ 20 pelo imunizante.

Na época, o então ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, considerou as vacinas caras. Em abril deste ano, o contrato foi assinado pelo mesmo valor, mas com oito meses de atraso.

O vice-presidente da CPI da Covid, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), contabilizou 53 emails enviados pela Pfizer ao governo a partir de agosto cobrando resposta sobre a oferta dos 70 milhões de doses.

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