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Bolsonaro celebra parceria com um dos países mais “cristófobos” do mundo

Presidente comemorou retomada de conversa com o Mohammad bin Salman, príncipe herdeiro saudita

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Há duas semanas, na abertura da Assembleia-Geral da ONU, Jair Bolsonaro fez um apelo à comunidade internacional pela liberdade religiosa e pelo combate à “cristofobia”.

Nesta segunda 5, o presidente comemorou a retomada de uma conversa com o Mohammad bin Salman, príncipe herdeiro da Arábia Saudita. Ironicamente, o país é um dos mais “cristófobos” do mundo.

A monarquia saudita proíbe o culto público de qualquer outra religião que não o Islã. Também não se pode carregar bíblias, crucifixos e outros símbolos religiosos. Não há, oficialmente, nenhuma igreja cristã em funcionamento no país. A apostasia (renúncia à religião) é punida com pena de morte, mas não há exemplos recentes desse tipo de execução.

A ONG cristã norte-americana Open Doors considera a Arábia Saudita o 13o mais perigoso para seguidores da Bíblia.

Thais Reis Oliveira

Thais Reis Oliveira Editora-executiva do site de CartaCapital

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